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domingo, 24 de abril de 2011

Poesia: Translúcida e Intocável

Translucida e intocável.

Por: Ricardo Igor Procópio - 29/03/2009

E se ela tivesse nome,
e respondesse minhas questões.
Se me contasse de tua vida,
e se teus braços se abrissem.

Pois no meu peito bate mais forte,
em ritmos e estrofes.
Meu musical coração,
que tanto almeja esta moça.

Me digas meu bem que posso,
ter-te em numero e gênero.
Ser maduro e ingênuo.
Ser teu.

Amo-te e nem sabes,
ou talvez já imaginas.
Tu sem nome e nem forma,
e eu já sem saída.

Amo-te, vulto translucido que almejo.
Espero-te, pois procurar-te se faz impróprio.
É como encontrar uma fração especifica do ar,
ou um átomo especial no universo.

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